A torcida alviverde

A Torcida Organizada Criptonita (T.O.C) surgiu com intuito de apoiar o Esporte Clube Primeiro Passo de Vitória da Conquista.
Foi durante o campeonato baiano da segunda divisão de 2006 que surgiu a idéia de se criar uma torcida organizada pelo site de relacionamento (Orkut). Pela mesma comunidade de relacionamento, foram propostos vários nomes e foi eleito, por votação, o nome CRIPTONITA que além de ser original, representa a pedra verde, cor do time, que pela simbologia retirava as forças dos “super homens”, que ao contrário que muitos pensam, não tinha nada haver especificamente com o EC Bahia, que tem como mascote o super herói, e sim, os times “grandes”. O resultado foi que o Vitória da Conquista se sagrou campeão da competição de forma invicta, animando ainda mais os idealizadores da torcida.

Não foi fácil quando se resolveu tirar a torcida da virtualidade. Muita gente que só estava apoiando a idéia via orkut não ajudou, pessoas estas que torciam pela organizada via comunidade virtual, mas na hora de participarem ativamente, fugiam do compromisso. O resultado foi que somente quatro pessoas se propuseram a tirar a organizada do papel: Wires Júnior, Renato Chiachio, Bruno Araújo e Zorailson Moura (Zó). Mais tarde, eles ganharam o reforço de Ramon Brito, José Nunes Neto, Gabriel Lima e Matheu Souto (Tuzza). No dia 31 de janeiro de 2007, estas pessoas se reuniram para irem assistir uniformizados ao jogo Vitória da Conquista e Vitória pelo campeonato baiano da primeira divisão daquele ano. Esta é a data oficial que marca a fundação da Torcida Organizada Criptonita.
Juntos, confeccionaram com verbas tiradas do próprio bolso um bandeirão de 72 m2, 50 camisas, uma pequena faixa com 8 m de comprimento além de uma bandeira grafitada de 14 m2 esta, continha desenhada a figura tenebrosa de um bode encomendada por Ramon, mais tarde, o Bodão Cabuloso se tornaria o mascote da T.O.C.

Depois de um ano formada, a Criptonita aponta como a torcida mais vibrante que Vitória da Conquista já havia conhecido. Além disso, a Criptonita se orgulha de ter iniciado e incentivado a primeira “ola mexicana” que o estádio presenciou na história. Neste contexto alguns dos fundadores (Renato Chiachio, Ramon Brito e Zorailson Moura) juntamente com pessoas que aprenderam a vibrar posteriormente com a Criptonita (Péricles Cabral, Domingos Neto, Danilo Bittencourt, Renato Sousa de Oliveira, Eliezer, Leandro, Rodrigo, Bruno, Edilma Oliveira de Sousa, Alan, Diego Amaral Batista) se juntaram para compor a primeira diretoria oficial da organizada em Janeiro de 2008.
O principal objetivo da T.O.C. é se estruturar como uma torcida organizada de verdade concretizando o sonho de formar verdadeiros torcedores conquistenses, e não meros espectadores do ECPP – VC, pregando sempre a paz nos estádios e tendo como lema a Raça a Coragem e o Amor – lema este que foi retirado do hino oficial do clube e compõe a logomarca da torcida.

A Criptonita é raça, pois apóia o time nos momentos de vitória ou de derrota, coragem, pois não tem medo ou vergonha de torcer e vibrar pelo time local em pé e cantando durante os 90 minutos, e amor, pois a união Criptonita / Vitória da Conquista já se tornou praticamente uma religião para cada membro da torcida organizada. Vibramos a cada lance, ficamos angustiados nos momentos difíceis e declaramos em uma só voz o nosso amor ao Vitória da Conquista.
A Criptonita nasceu para fazer uma verdadeira revolução da torcida e do esporte conquistense.